Tarantino nunca foi meu diretor favorito. Aliás nunca fui o tipo de pessoa
que escolhe assistir um filme por causa do diretor, por que isso é uma coisa
que varia muito do que o diretor quis passar com determinado filme ou se foi
feliz com a escolha do script e elenco. Quando se trata de diretores que também
escrevem aí a coisa fica ainda mais complicada um roteiro rocambolesco que
funciona muito bem na cabeça de um escritor/diretor, que passou anos em cima
dele (como os dez anos que Christopher Nolan passou em cima de Inception e foi
muito feliz com o resultado), o aperfeiçoando pode não funcionar na cabeça da
audiência. Mas Django Livre provou até para aqueles que torcem o nariz para
Tarantino com todos os seus exageros e referencias ser uma boa surpresa. Um elecenco
de primeira, atores consagrados com oscars ou não, mas que se entregaram e
fizeram bonito nesse (que me perdoem os fans de Tarantino), desprentencioso
filme. Um roteiro justo, sem pontas soltas, ótimas atuações e caracterizações.
Os sempre ótimos, Foxx, Waltz e Jackson. A façanha de ser canastra na medida
certa de Johnson. O cada vez melhor com a maturidade DiCaprio. Nos leva para o
Mississipe pré guerra civil com momentos de drama e humor extremos que só vemos
em filmes de Tarantino. Não sei se continuarei a ver filmes de dele só por isso.
Mas garanto que nesse, ele foi muito feliz. E acredito que ele deve ter explodido
de felicidade tamanho o sucesso.
Jamie Foxx – Django
Christoph Waltz – Dr. King Schultz
Leonardo DiCaprio – Calvin Candie
Samuel L. Jackson – Stephen
Kerry Washington – Broomhilda Von Shaft
Don Johnson – Big Daddy Bennet









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