Lembro-me de um novembro em 2011. Havia lá um rapaz
simples, de bom coração que foi profundamente magoado não somente dentro de sua
crença religiosa, mas em seus sentimentos, esperanças e desejos. E lá era um
local onde todos ali procuravam perdão, alento, esperança. E o tempo passou e
nele se renovaram as esperanças, como em todos nós que ali estivemos. Mas há
momentos em que todos nós vemos as mesmas esperanças ruírem pelos mais variados
motivos. E com ele não foi diferente. Ficamos cegos pela urgência de amar e sentir-se
amados que perdemos o foco das coisas e elas podem muito bem passar por nós
despercebidas. Isso acontece com todos nós a todo momento, somos humanos, somos
falíveis. A fome de viver é algo bom, é o que nos move, o que nos ajuda a lidar
com as mazelas da vida, o que nos impulsiona mesmo não querendo. Mas lembrem-se
tudo, tudo na vida em excesso é prejudicial. Até a fome de viver.

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