quinta-feira, 5 de junho de 2008

Oi,

Meu nome é Mario e vou estar aqui uma vez por mês passando minha opinião sobre assuntos variados, sempre pautados na minha visão de como o mundo poderia ser melhor se as pessoas tentarem a cada dia melhorar também.

Optei por começar esta coluna me apresentando, e contando um pouco de mim...

Tenho 44 anos, sou casado há 16 anos com a minha esposa Núbia, e sou muito feliz até hoje e pretendo ser feliz junto com esta minha companheira para toda a eternidade, e em todas as vidas que ainda acredito terei para me aprimorar, diante de tantos defeitos que ainda tenho. Por isso sou um pouco egoísta, querendo que esta minha companheira esteja comigo para me ajudar.

Tenho dois filhos maravilhosos: Maiara de 14 anos uma adolescente que não pede nada, nunca precisa de nada, e esta sempre do nosso lado para tudo inclusive nos cuidados com seu irmãozinho.

Gabriel meu segundo filho e temporão. “Raspa de tacho”, como dizem, de um ano e dois meses de pura travessura, esperteza, cheio de vitalidade, e tirando todas as nossas energias é também; “LINDO”!

Bem aí está meu pequeno mundinho feliz, minha família.

Para não ficar em branco este nosso começo, tenho a dizer que para tentarmos melhorar o mundo precisamos começar por nossa família próxima e também a distante, temos a tendência de ver os defeitos dos outros e não ver os nossos, ao reparar os acontecimentos dos jornais, os comentários da vizinhança, sempre emitimos nossa opinião, normalmente cruelmente corretiva, e esquecemos de nossos pequenos erros corriqueiros.

Quer um exemplo? Deu no jornal a mãe esqueceu seu bebê de nove meses no carro, logo emitimos nossa opinião “que mãe desnaturada”, “essa não merece ser mãe”, “devia ser presa e perder seu neném”.

Não é assim que agimos? Ao invés disso, deveríamos pensar: “e se fosse comigo?” Será que eu nunca esqueci meu filho em algum lugar? Eu senti isto na pele, perdi minha filha por uns 10 minutos em um McDonald’s em um Shopping quando ela tinha uns três anos, foi um piscar de olhos, posso garantir que foi o pior dia da minha vida, um desespero sem fim, que até hoje quando lembro dói. Vocês podem dizer, não é a mesma situação; Sim, mas foi um erro meu.

E quem nunca cometeu erros?

Aqui me despeço.

Obrigado por sua atenção,

MARIO JORGE.

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